EDUCAÇÃO: O SER E O NÃO SER
Na educação existem os verdadeiros e os falsos. Na escola existem os profissionais de fato e os enganadores. Nos lares existem os verdadeiros pais e os ausentes. Porém, quando se fala em educação em relação ao governo, aí não existem educadores, nem de fato e nem enganadores, nem verdadeiros e nem ausentes, porque não existe educação para nossos governantes. Se intrometendo em todos os segmentos existem ainda os idiotas, que são aqueles que acham que nenhum professor presta e nenhum pai ou mãe também presta.
Os professores de fato são aqueles que realmente atuam como educadores, se empenham em meio às adversidades e buscam melhoria na qualidade do ensino. São os corajosos que enfrentam todo o infortúnio, principalmente da escola pública, para dar possibilidades de progresso futuro aos seus alunos.
Os enganadores da educação são fáceis de reconhecer. Sã os aventureiros que nunca participam de nada, quando interpelados fazem cara de "mexerica estragada", reclamam de tudo. Para eles nenhum aluno presta, acham que estão na escola fazendo favores aos alunos, largam seus alunos cumprindo tarefas sozinhos, chegam constantemente atrasados na escola. Não possuem educação para si próprios, como por exemplo, ser incapazes de desejar bom dia, boa tarde ou boa noite, e por aí vai.
Os pais verdadeiros não são aqueles que botam a criança no mundo, mas sim aqueles que botam amor no mundo. Doam-se pelos seus pupilos, têm noção da sua importância para os filhos e passam a viver em comunhão com eles. Empenham-se para educá-los e os encaminham para o caminho do bem, da responsabilidade, do respeito e da cidadania.
Por outro lado, os criminosos são os que destroem o futuro e os sonhos dos seus filhos. A principal frase dita por eles é: "eu não tenho tempo para o meu filho". São criminosos porque matam as chances de construção de uma vida mais digna pelos seus descendentes. São exemplos de perdição perante seus jovens, pois não os educa, não os respeita e nem os ensina respeito. Jamais devem ser chamados de pais, pois não o são.
Na política, conhecemos vereadores, prefeitos, deputados (estaduais e federais), governadores, senadores e presidentes, mas nenhum é educador, portanto, nada a comentar sobre eles neste texto, a não ser pelo fato de que, se fossem educadores, não teríamos uma qualidade de educação tão medíocre como a do Brasil.
Para encerrar, temos os idiotas de plantão. São os hipócritas como "um tal Gustavinho" que não sabem diferenciar professor de aventureiro, pai e mãe de criminoso, etc. São aqueles repugnantes que todas as vezes que vão fazer uma crítica em relação à educação culpam todos os professores, ou todos os pais, ou todos de todos. São aqueles que, se fossem trabalhar na educação seriam os aventureiros, se tiverem filhos serão os criminosos e, se forem exercer um cargo público... Prefiro não comentar!
Escrito por Prof Iranildo às 22h24


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