Educação


 
 

PROFESSOR GANHA MUITO BEM!

Muitas vezes ouvimos pessoas dizendo que professor ganha bem. Também ouvimos muitas vezes pessoas comparando o salário do professor ao salário mínimo.

Pois bem. Na verdade professor ganha é muito mal. Não é o professor que ganha bem, é o nosso salário mínimo que é muito baixo. Nosso salário mínimo que é “mínimo”.

Quem realmente ganha bem são os deputados federais, os senadores, enfim, os políticos em geral, que recebem salários “exóticos”, um monte de “auxílios e verbas” e fazem o que pelo povo? Quando fazem, é muito pouco.

Você sabia que um deputado federal recebe entre salários e verbas cerca de R$ 100.000,00 (cem mil reais) por mês e um senador ganha em torno de R$ 120.000,00 (cento e vinte mil reais) mensalmente? Sem contar 13º e 14º salários. Quem é que ganha bem, professor, quem ganha salário mínimo ou os políticos?

Comparar o salário dos professores com o salário mínimo se chama “nivelar por baixo”. E ficar nivelando por baixo tem travado o desenvolvimento do nosso país. Tem criado mão-de-obra incompetente, trabalhadores incapazes de executar suas funções corretamente, cidadãos que não exercem sua cidadania e eleitores que só elegem os candidatos “inelegíveis”.

Professor deveria ganhar muito bem sim. Se quisermos melhorar a educação no Brasil e mudar o panorama atual devemos melhorar muito o salário do professor. É inadmissível que o professor esteja formando seus alunos para executarem funções menos importantes que a sua ganhando melhores salários que o seu.

Com melhores salários poderíamos atrair e formar os melhores alunos para também serem professores. Poderíamos manter os melhores professores na escola pública. Poderíamos manter os professores com melhores títulos na escola pública. Com melhores salários poderíamos “nivelar por cima”.

Professor deveria ganhar muito bem sim. Na sala de aula, além do seu papel de educador, muitas vezes tem que assumir a função que deveria ser dos pais e a responsabilidade que deveria ser do governo. E muitas vezes ainda tem que ser: melhor amigo, irmão mais velho, psicólogo, médico, etc.

Para quem acha que ganhar cerca de R$ 3.000,00 (três mil reais) dando uma média de 60 aulas semanais, manhã, tarde e noite, e ainda passar os finais de semana corrigindo atividades e preparando aulas ganha bem, por que não vem usufruir desse ótimo status se tornando professor também?

Para nós professores de hoje, para os futuros professores e para os “niveladores por baixo”, parabéns pelo merecido “DIA DOS PROFESSORES”. 



Escrito por Prof Iranildo às 10h53
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É, A CULPA É MINHA

Sou professor. Pronto, já disse tudo, a culpa é minha! É óbvio que os únicos culpados por toda a falência da educação são os professores. Todo mundo sabe disto. Basta perguntar aos ausentes pais, aos irresponsáveis alunos e incompetentes governantes que a resposta será dada em coro: “a culpa é dos professores!”. Eis minha culpa: Por diversas vezes vi alunos cometendo absurdos, sendo alguns destes absurdos até mesmo um verdadeiro show de horrores. Já vi alunos cuspindo no chão (culpa do professor), outros jogando chicletes no chão (culpa do professor), saindo da sala sem autorização ou contrariando ordem do professor para não saírem (o culpado é o professor). Alguns falam palavrões sem o menor pudor (o professor que ensina?), outros mostram o dedo médio na frente de qualquer um (o professor que ensinou isto também?). E as agressões físicas, será que o professor manda os alunos se agredirem? E os celulares tocando então, um verdadeiro escárnio. Alguns alunos saem no meio da aula para atender, outros ainda pedem para o professor esperá-lo enquanto atende e uma minoria pede licença e pergunta se pode atender. O pior de tudo é que algumas das ligações vêm dos próprios pais. Eu não atendo o meu celular quando estou lecionando, mas com certeza sou culpado pelos celulares dos meus alunos quando tocam. Se estivesse lendo este texto ao invés de escrevê-lo provavelmente iria pensar: “Será que este professor é indulgente?”. Já imaginando esta dúvida esclareço que vejo tudo isso acontecendo com professores de todos os tipos, até mesmo com os mais exigentes ou rigorosos. Então o que será que aconteceu para os alunos chegarem a tal ponto? Como a culpa é sempre do professor, talvez nós educadores não tenhamos aprendido a ser babás, psicólogos, terapeutas, pais adotivos, padrastos ou madrastas, etc., portanto, a culpa é nossa. Em várias escolas que já lecionei ou conheci me deparei com os mesmos perfis de alunos, variando apenas de acordo com a localização (centro ou periferia, sudeste ou nordeste), o curso (fundamental ou médio), a instituição (pública ou privada), a série, etc. Agora pergunto: “como posso ser culpado pela decadência de um aluno que já chega para mim pela primeira vez aos onze, quinze ou dezoito anos de idade cheio de manias? Como posso educar um jovem que não recebe educação em nenhum outro lugar? Como vou conseguir exigir que meu aluno estude se nossos governantes permitem e algumas vezes até exigem que qualquer aluno seja aprovado?” Muitos criticam a escola e o professor, mas cadê o caminho para que nosso trabalho seja produtivo e possa surtir efeito? Muitos nos culpam mas não apresentam planos de educação eficientes, que sejam pedagógicos, e não políticos. Ficam no “achismo”, mas achar é fácil, o difícil é fazer. Sou culpado por tudo de errado que faço, mas não posso ser culpado pela ausência da família, pelo menosprezo dos políticos e pelo descaso dos alunos. Como educador não digo que não sei mais o que fazer, mas escuto isso constantemente da boca dos pais dos alunos. Não abandono a educação, mas noto que isso já foi feito há tempos pelos nossos líderes. Não deixo de cumprir minhas atividades, mas muitos dos meus alunos “esquecem-se” de cumprir suas funções estudantis. Desde que me entendo por gente a culpa pelos percalços da educação é do professor. Mas além disso, desde que me entendo por gente me lembro que minha família me ensinou a respeitar os mais velhos, incluindo os meus professores, portanto, não acho que a culpa quando o meu aluno falta com respeito comigo ou com seus colegas de escola seja minha. Quando eu era aluno há algum tempo atrás já existiam drogas, violência e os professores já eram culpados pela má qualidade da educação. Na época, eram raros os crimes banais como filhos matando pais, netos matando avós, pais matando os filhos e alunos matando alunos, mas hoje tudo isto é muito comum, com estas notícias constantemente na mídia. Será que nós professores somos os culpados por tudo isto também? Afinal, se a culpa pelos males do mundo é dos educadores, por que não fecham as instituições de ensino e passam a função aos sábios de plantão? Com toda certeza o mundo seria muito melhor sem nós “incompetentes” professores que estragamos a vida dos alunos, dos pais dos alunos e da sociedade em geral. É claro que existem péssimos professores, mas a sociedade não tem o direito de igualar todos os profissionais da educação da mesma maneira. Os médicos não são todos inábeis só porque alguns esquecem o bisturi dentro do paciente. Os policiais não são todos vis só porque alguns são infames. Os políticos não são todos devassos só porque alguns são corruptos. Todos os dias alguém critica um professor, mas é raríssimo vermos alguém agradecido por ter sido aprovado em um concurso ou vestibular, uma vaga de emprego, etc. Então quer dizer que quando um indivíduo se dá mal na vida o culpado é o professor que lhe deu aulas, mas quando este indivíduo é um vencedor o mérito é só dele, ele que é inteligente? Enfim, declaro-me culpado por ter deixado de ser egoísta para compartilhar meu conhecimento com meus alunos. Sou culpado por tentar educá-los, por tentar fazê-los evoluírem. Sou culpado por ser professor!



Escrito por Prof Iranildo às 15h20
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ENQUANTO HOUVE FÉ, HOUVE RESPEITO!!!

No dicionário, a palavra “fé” é colocada como: crença religiosa; convicção em alguém ou alguma coisa; confiança; virtude teologal; intenção. Já a palavra “religiosidade” é explicada como: sentimento de escrúpulos religiosos; tendência religiosa; qualidade do que é religioso. Para se ter fé, não é necessário amar a Deus, se não quiser. Não é preciso ter uma religião. Até mesmo um ateu é detentor de um tipo de fé. Portanto, para ter fé não é preciso ter religiosidade, mas é preciso ter respeito. É preciso respeitar o próximo e suas convicções. É necessário confiar em si próprio. É preciso respeitar o pai e a mãe acima de tudo e de todos na Terra. Você ensina seu filho a ter fé? Você tem fé que o ensina a ter fé? Independente da sua religiosidade, você acha que um mundo regido pela ignobilidade é o caminho? Pense bem: na escola, jovens rezam mascando chicletes, rindo, se empurrando, em postura incoerente, zombando de tal momento. Isso é demonstração de fé deles? Nas ruas, postura igual ou pior. Em casa, impera a falta de incentivo e em quem se espelhar para aprender a amar com fé e respeito. Vá à igreja, mas se não quiser, também não precisa menosprezar a fé, pois cada um tem o direito de pensar como quiser, pois pensar é de graça, mas a hipocrisia tem um preço, e é cara. Pagamos com a vida ou a morte, a indignação, a dor, a falta de esperança, a perda de entes queridos e a miséria pela falta de fé e respeito entre as pessoas, entre os povos. Jovens se perdem a cada dia, adultos se entregam à ruína. O egoísmo prevalece. A morte se transformou em algo extremamente banal, com netos matando os avós, filhos matando os pais a pauladas, pais sufocando e arremessando seus filhos para a morte, seja no sentido figurado ou próprio. Quem somos nós? Imagem e semelhança de quem? Fadados a que futuro? Racionais em quê? Vivemos esperando por dias melhores, mas se não os plantarmos continuaremos colhendo os frutos podres de uma vida sem fé e consequentemente sem respeito!



Escrito por Prof Iranildo às 00h53
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Livro: Psicopedagogia da Educação

A melhoria da educação pode desempenhar um importante papel no progresso do país, na qualificação profissional e na solução de alguns problemas sociais.Psicopedagogia da Educação, de Iranildo Ferreira Lira trata das questões que envolvem o ensino e a grande importância da educação na vida das pessoas, tanto na sua individualidade, como no seu comportamento no coletivo dentro da sociedade. Mais informações: profiranildo@uol.com.br



Escrito por Prof Iranildo às 20h23
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VOCÊ É DO TAMANHO DOS SEUS SONHOS

Como dizia o saudoso Raul Seixas: “Sonho que se sonha só, É só um sonho que se sonha só! Mas sonho que se sonha junto é realidade!”. Talvez existam apenas duas formas de sonhar: dormindo ou estudando, sendo apenas esta segunda a melhor forma de transformar seus sonhos em realidade. Nesta etapa da sua vida que envolve os estudos, não deixe que ninguém destrua seus sonhos, suas ambições. Não dê atenção aos pessimistas e perdedores, muito menos se transforme em um também. Ninguém tem o direito de lhe limitar ou dizer que você não pode vencer. Não permita isso. Não desista no meio do caminho, por mais cheio de obstáculos que ele seja. Tropece quando preciso, caia quando não se equilibrar mais, mas jamais desista. Levante-se e siga em frente, pois só você pode ser seu próprio limite e ninguém mais. Você aprendeu coisas muito difíceis em sua vida, como andar com pernas curtas, correr sem nem andar direito e falar sem nem mesmo saber escrever. O que pode ser mais difícil que isso? Acredite, nada! Abra sua mente para a escola. Deixe o saber penetrá-la. Permita-se crescer cada vez mais, como pessoa, profissional, cidadão. A escola pode ensiná-lo muito mais do que imagina. Aqui dentro você não vive só de conteúdos, mas pode viver muito mais que isso. Pode evoluir espiritualmente, amorosamente, criar amizades de valor incalculável e aprender o que jamais imaginava existir, alcançando o infinito. A educação é o melhor caminho para a prosperidade pessoal e profissional. Você pode até chegar longe sozinho, sem estudos, mas é bem provável que ao chegar lá na frente, não terá o mesmo entendimento de um sábio. Assim diz o ditado: “Quem vai só pode até chegar mais rápido, mas quem vai acompanhado com certeza chega mais longe!”. Portanto, não se isole, pois ninguém vive só nesse mundo. Doe-se, estenda suas mãos, invista em você e verá que o retorno poderá ser infinitamente maior. Nossa vida é feita de passos. O manual é exclusivo, cada um tem o seu. Você é único, e sendo assim, faça bom uso da sua existência e ilumine sua vida e a vida dos seus entes com a beleza da sua alma. E lembre-se: você ingressou na vida, está progredindo e com perseverança alcançará o sucesso. Os obstáculos são apenas alavancas para a prosperidade. Prof. Iranildo



Escrito por Prof Iranildo às 13h53
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A Avaliação

É preciso que os professores deixem de ser “imediatistas”. É preciso que deixem de exigir que o conhecimento seja praticado instantaneamente, porque na verdade o aprendizado de hoje será posto em prática no futuro, demonstrando que houve esse aprendizado. Claro que é preciso exigir muito do aluno hoje, mas também é necessário saber que o exigido não pode ser atendido instantaneamente. Ao professor cabe o papel de exigir mais do que deveria hoje para que seu aluno possa ser dosado a dar o necessário no futuro. Por isso, em paralelo e talvez um passo a frente do conteúdo, o professor precisa trabalhar o lado afetivo, a responsabilidade, o respeito e a integridade, para que seu aluno possa desenvolver o comportamento, a lógica, o conhecimento pedagógico e a cidadania. O professor precisa desenvolver no seu íntimo uma postura de “faz de conta” na avaliação dos seus alunos, pois essa avaliação exige conhecimento imediato, mas o aprendizado é construído e amadurecido ao longo do tempo. O aprendizado é construído na junção da informação, do emocional e da idade vivida, ou seja, cada ano de vida somado. A avaliação pode e deve ser utilizada como instrumento de trabalho do professor, e não como ponto final de um contexto. Pode mostrar se seu objetivo foi alcançado, mantendo o que foi positivo e melhorando o que foi negativo, porém, o professor tem que ter seus objetivos definidos e tem que ter pelo menos idéia se esses objetivos podem atingir seus alunos. Alguns professores indagam que a avaliação não pode mais ser utilizada como referência ao sucesso do seu trabalho porque os alunos não estudam mais adequadamente. Essa forma de pensar é contraditória, pois se o professor sabe disso e conhece o perfil dos alunos que tem sabe como usar e tirar proveito da avaliação do aluno para avaliar o seu próprio trabalho. Pode, portanto, usar a avaliação com finalidades múltiplas. O sucesso do trabalho do professor e o sucesso da construção do conhecimento pelo aluno dependem de um conjunto de fatores e é essencial que se entenda que o professor e a escola têm que ter uma visão futurista, ou seja, que transmitam a informação hoje para que seu aluno construa seu alicerce também hoje e edifique seu aprendizado transformado-o em conhecimento pelo resto da vida, a cada momento. Prof. Iranildo Lira



Escrito por Prof Iranildo às 16h53
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SER PAI, TER FILHOS, SER MÃE

Ser pai é muito mais que doar um espermatozóide com vinte e três cromossomos. É a essência de valor sem igual em formar uma nova vida. É incomparável. É perpetuar o seu ser em outra pessoa.

Quem educa adequadamente e estimula o verdadeiro amor não põe um filho no mundo, mas dá ao mundo um grande presente.

Quem ama preza por uma formação sólida, rica espiritualmente, sincera, verdadeira, honesta. Quem ama ensina o respeito, o correto, a integridade, a lealdade.

Ter filhos é poder estar em vários lugares ao mesmo tempo e poder confiar na figura do que te representa. É atirar no escuro e fazer com que luzes se acendam. É se dividir e na verdade estar somando.

Os filhos são a renovação de uma vida que talvez estivesse adormecida. São o novo, o prazer, o reviver. São o resultado de uma nova era, uma nova etapa.

Cada ano com um filho é um verdadeiro ano novo que só não vê quem não ama verdadeiramente. O primeiro, o segundo, o terceiro ano. O quinto, o décimo, o vigésimo. São novas etapas, novos caminhos, sentidos apenas por quem realmente ama.

Amar seu filho é amar a si, é ensinar e aprender, é doar-se e ainda sair ganhando. É chegar exausto no fim de um dia difícil e ter os ânimos renovados por conta de um amor astronômico. É ver a felicidade quando muitos só vêem tristeza. É dar a oportunidade para que alguém escreva sua própria história e saber que você faz parte dela.

Ser mãe é o dobro de tudo isso. Talvez o triplo. É o amor de quem além de doar seu óvulo com seus vinte e três cromossomos, carrega o bebê em seu ventre, amamenta e dá amor incondicional.

Ser pai, ser mãe, é ter filhos!!!

Prof. Iranildo Lira



Escrito por Prof Iranildo às 21h50
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Festa da Família

 

REFLEXÃO

 

O Resultado da “Festa da Família”

 

No dia 30 de setembro ocorreu mais um momento da festa da família da comunidade Cariza de Porto Seguro, festa essa que deve ocorrer a cada minuto da vida de cada um com seus familiares, por isso chamo de momento.

Na ocasião tive o prazer de refletir com os presentes sobre a importância dos pais na vida dos seus filhos e, como se pudesse adivinhar, fiz duas citações posteriormente comprovadas pelas crianças que se apresentavam no palco: “O quanto os pais são maravilhosos na cabeça dos filhos” e “Os adultos são apenas mais um para o mundo, mas são o mundo para seus filhos”.

Foi acentuadamente visível que as crianças não estavam interessadas em se apresentar para um público em geral, mas sim para o seu público particular que era composto pela família. Colocar as mãos na testa para procurar seus pais na platéia, imprimir uma força inexistente para lançar um botão de rosas para os pais, correr para os pais ao final da apresentação, são alguns exemplos da necessidade dos filhos perante seus pais.

Lembre-se: você não tem que ser o melhor pai ou a melhor mãe do mundo, mas procure dar o seu melhor para seus filhos, e ainda, se eles não estão correspondendo bem aos seus desejos, seja humilde para reconhecer que talvez o erro seja seu e não deles, e que os seus desejos não são necessariamente os desejos deles também!

Para encerrar apenas um lembrete: “Faça valer a pena para que esse amor seja eterno!

 

Prof. Iranildo F. Lira

 

 

Meu livro: Psicopedagogia da Educação

Contato: profiranildo@uol.com.br



Escrito por Prof Iranildo às 18h53
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BRASIL, Nordeste, PORTO SEGURO, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, Esportes, Livros, Ler e Escrever
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